Quanto à extinção da 6×1: Política desastrosa, não há outra definição!

Rodrigo Schimidt
Rodrigo Schmidt
Advogado, especialista em Direito do Trabalho
Aqui eu falo um pouco sobre tudo, tenho interesses ecléticos, sou entusiasta das ciências, artes e liberal social de extremo centro.

O texto aprovado na Câmara é basicamente "40h sem redução salarial e vedação da 6x1”.

A intenção é, como sempre, defensável — mas de boas ideias o inferno está cheio. 6x1 é realmente uma escala brutal para muita gente, mas constitucionalizar isso sem uma transição fina por setor, porte das empresas e produtividade é legislar no modo da marretada, nunca funcionou e jamais funcionará.

O que vai acontecer é óbvio:

"E sabe quem sentirá mais que todos esses? As classes mais baixas, os pobres cuja medida visa proteger[...]"
Rodrigo Schmidt
  • aumento de custo por hora;
  • mais informalidade;
  • redução de vagas em comércio e serviços;
  • repasse aos preços.

As grandes empresas não sentirão tanto, é verdade, já o boteco, o mercado pequeno de esquina, a farmácia de bairro, a clínica e o restaurante, isso vai cair como uma bomba atômica!

E sabe quem sentirá mais que todos esses? As classes mais baixas, os pobres cuja medida visa proteger! Eles sofrerão na carne e no bolso o aumento dos preços.

O correto teria sido algo gradual, com redução de jornada em transição, opção de negociação coletiva real, desoneração de folha, preservação de escalas especiais e combate ao abuso.

Agora, fingir que produtividade nasce por decreto é receita para o desastre.

Êêêê Brasilzão, até quando continuarás errando, mesmo quando acertas? uanto à extinção da 6x1: Política desastrosa, não há outra definição!*

Tabela Taça Farroupilha

Painel de Transmissão - Taça Farroupilha

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A minha geração será conhecida como a geração perdida pelo PT

Rodrigo Schimidt
Rodrigo Schmidt
Advogado, especialista em Direito do Trabalho
Aqui eu falo um pouco sobre tudo, tenho interesses ecléticos, sou entusiasta das ciências, artes e liberal social de extremo centro.

O PT assumiu o poder do Brasil no início dos anos 2000, bem no início da minha fase adulta, num momento em que o país tinha tudo para finalmente "dar certo". Estabilidade monetária recém-conquistada, inflação domada, dívida sob controle, instituições funcionando, credibilidade internacional. O terreno estava preparado. A corrida podia começar.

Desde então, o PT praticamente não saiu mais do governo: Lula, Dilma, Lula novamente (com um breve intervalo turbulento que não alterou o eixo central do projeto de poder do partido). E, ao que tudo indica, neste ano, dará Lula outra vez, uma vez que o bolsonarismo colocará no páreo Flávio Bolsonaro e um candidato de terceira via não têm a menor chance.

Isso significa que, pelo menos até 2030, ano em que farei 50 anos, ainda estaremos governados pelo PT.

"Talvez o julgamento da história seja ainda mais duro do que o meu."
Rodrigo Schmidt

Três décadas.

Durante essas três décadas, vimos outros países emergentes que estavam em situação pior que o Brasil nos despistar e decolar. Coreia do Sul consolidou-se como potência tecnológica e um dos melhores países do mundo. Polônia, Estônia e outros países do Leste Europeu modernizaram suas economias e instituições. Vietnã e Índia cresceram de forma consistente e até mesmo países latino-americanos menores conseguiram, com todas as dificuldades, avançar em produtividade, educação e inserção internacional.

E o Brasil?

O Brasil andou em círculos.

Crescimento médio pífio, produtividade estagnada, sistema educacional que não acompanha o mundo, infraestrutura cronicamente deficiente, ambiente de negócios hostil, Estado inchado, capturado, ineficiente. A cada crise, mais improviso; a cada bonança, mais desperdício.

Os defensores do PT costumam apontar os primeiros anos dos anos 2000 como prova de sucesso. Mas essa leitura ignora um detalhe essencial: aqueles breves anos iniciais do início do século XXI foram muito mais frutos das políticas do FHC do que do PT propriamente dito. Tripé macroeconômico, responsabilidade fiscal, câmbio flutuante, metas de inflação, abertura gradual e até mesmo o bolsa-família! O PT colheu o que não plantou e, assim que pôde, tratou de desmontar e corromper.

O mais correto, portanto, é dizer que tivemos um bom início APESAR do PT, não por causa dele.

Depois vieram a contabilidade criativa, a corrosão fiscal, o uso político de estatais, a expansão irresponsável do gasto, o desprezo pela produtividade, a romantização da pobreza como instrumento político, e, no fim, a maior recessão da história do país fora de contextos de guerra.

O resultado não é apenas econômico. É geracional. Uma geração inteira que entrou na vida adulta acreditando que o país finalmente “ia”, e que agora se aproxima da maturidade olhando para trás com a sensação incômoda de ter vivido num eterno “quase”. Quase crescemos. Quase nos tornamos relevantes. Quase aproveitamos o bônus demográfico. Quase fizemos as reformas. Quase fomos modernos.

Não fomos.

O que resta não é raiva. É algo pior: cansaço. Um cansaço silencioso, histórico, de quem percebe que o tempo passou, o mundo avançou, e nós ficamos presos a um projeto de poder que confunde Estado com partido e futuro com passado.

Talvez o julgamento da história seja ainda mais duro do que o meu.

Mas, para quem viveu isso por dentro, a sensação já está dada: não é só o país que envelheceu mal. A esperança também.

Mithyuê e a Taça Noroeste: Competitividade e Experiência em Quadra

A Taça Noroeste segue fortalecendo seu papel no calendário esportivo regional, reunindo equipes qualificadas e atletas com diferentes trajetórias. Entre esses nomes está Mithyuê, que hoje veste as cores do Papparella Futsal.

Com passagem pelo Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, onde atuou no futebol de campo e vivenciou o ambiente profissional de alto nível, e pelos 7 anos na ACBF, período marcado por competições nacionais e internacionais, Mithyuê traz um repertório útil para o contexto da Taça: leitura de jogo, disciplina e capacidade de competir sob pressão.

Esse histórico ajuda a elevar o nível técnico do evento, reforçando a importância de atletas experientes participarem da competição — algo que beneficia equipes, torcedores, mídia e patrocinadores.

Sobre seu próximo passo no esporte, o atleta já tem um novo desafio definido, mas o anúncio oficial ainda não pode ser feito. Fato que mostra como a Taça também se tornou um espaço visível dentro da modalidade, acompanhada de perto por clubes e projetos do futsal nacional.

No fim, o que se destaca aqui não é apenas um atleta, mas a evolução da Taça Noroeste, que consegue reunir perfis competitivos e profissionais em um ambiente regional que cresce ano após ano.

Confira abaixo um trecho em áudio com as palavras do atleta, que representa o Papparella Futsal na Taça Noroeste:

Créditos Pedro Naressi @naressifoto

O NINHO DA CALANDRA – DIA 04

47ª Califórnia da Canção Nativa chega ao fim em Uruguaiana.

A 47ª edição da Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana foi encerrada neste sábado com a realização da quarta e última noite do festival. No palco, os 12 selecionados retornaram para a disputa da grande final, coroando mais uma edição marcada pela valorização da música nativista e da cultura regional.


A noite final contou com apresentações da Invernada Juvenil do CTG Sinuelo do Pago, de Thaina e Thairine – Família Azzolini, do Balé Argentino “Cruz de Papel” e do consagrado duo Cesar Oliveira e Rogério Melo, que emocionaram o público presente e os telespectadores que acompanharam a transmissão.


Ao final, foram conhecidos os premiados da 47ª Califórnia da Canção Nativa. O prêmio de Melhor Instrumental ficou com Guilherme Castilhos. Maria Alice foi eleita Melhor Intérprete, enquanto a distinção de Melhor Letra foi para a obra “Dama”. Já o prêmio de Melhor Melodia foi concedido à composição “Romance de Pescador”.


Na classificação geral, “Viração” conquistou o Bronze, “Unhas da Cordilheira” ficou com a Prata e “Dama” sagrou-se a grande vencedora, levando o Ouro da edição. O prêmio de Canção Popular foi para “Regional e Truco”.


O Box3TV, responsável pela cobertura do festival, agradeceu aos telespectadores, patrocinadores e apoiadores pela parceria, além da confiança da organização da Califórnia da Canção Nativa na realização da transmissão. A cobertura reforça o compromisso com a difusão da cultura nativista e com o registro de um dos mais importantes festivais da música do sul do Brasil.


A 47ª Califórnia da Canção Nativa encerra-se deixando mais um capítulo marcante na história do festival e reafirmando Uruguaiana como referência na preservação e promoção da música regional.

EPISÓDIO 2 NO AR!

A sólida parceria entre BOX 3 TV e SALVADOR FREE SHOP segue rendendo frutos.

O nosso programa, que combina interação através de uma boa prosa, também os sabores e aromas da boa gastronomia, inaugura sua edição com convidadas especiais.

Clique e sinta-se em casa, assim como nós!

A íntegra deste experimento já está à tua disposição nas mais diversas plataformas: YouTube, Spotify e, aqui, no site oficial do BOX 3 TV.

BOX 3 entrevista: Vereadora Stella Luzardo Alves

Motivado pelo fato ocorrido na semana passada, quando a vereadora do União, em conjunto com outro colega parlamentar, formalizou uma representação junto ao Ministério Público do RS contra a presidência da Câmara Municipal de Uruguaiana, o BOX 3 TV convidou Stella Luzardo para explanar sobre o propósito e suas motivações.

A conversa rendeu bastante, tanto que foi possível tratarmos de outras temáticas, quando a vereadora emitiu suas firmes manifestações.

Acompanhe o primeiro bloco aqui.

O Grande Encontro – Uruguaiana

Assista na íntegra as entrevistas feitas com os participantes do evento cultural O Grande Encontro, que foi realizado no dia 31/05 na concha acústica, no parcão.

Joca Martins

Aí que me refiro!

Final de semana passado, Uruguaiana recebeu o "Grande Encontro", evento que reuniu artistas de renome da cultura musical do RS.
o Box 3 TV URUGUAIANA conversou bateu um papo descontraído com Joca Martins, você acompanha esse encontro, na íntegra, aqui, no Box 3 TV.

Lulilio Brutus -Produtor Cultural

Entrevista com o produtor cultural e Uruguaianense Lucílio Brutus.

Duca Duarte - Diretor de Palco

O Box 3 TV URUGUAIANA conversou com o produtor musical, arranjador, compositor e uruguaianense, Duca Duarte.
O conterrâneo é o responsável pela coordenação de Palco no "Grande Encontro".
Confira a charla, agora: